Thursday, June 16, 2011

uma mudança.

(Mudei o layout do blog. Ainda tá tosco e incompleto, depois ajeito.)

Nota: O texto a seguir foi escrito dia 22/04/2011 num momento de relativo mau humor e, por isso, talvez, pode ser desconsiderado.



Engraçado que eu nunca gostei de mudanças. Eu não queria fazer esse post agora, porque ainda não parece real. É como fazer post de final de semestre na faculdade dizendo que está de férias. Ainda não acabou. Ainda pode dar merda. "Só vendo pra crer."

No final de Junho, eu vou pro Canadá ficar um ano lá. Toronto. Um ano sem falar português nas ruas, sem guaraná, sem a minha família e sem todo mundo que eu já conheci. Um ano de incertezas. Novidades, aventuras. Mudanças.

Quando eu penso atualmente nas coisas que me incomodam, no que mais ocupa minha mente most of the time, nos planos pra amanhã, nos melhores e piores momentos da minha semana, eu penso: quanta futilidade. Não vejo a hora de ir pra lá de uma vez e parar de me importar com esse monte de merda.

Sunday, May 22, 2011

dá a mão.




Holding hands may seem like an innocent gesture, but they show more than a simple interlocking of fingers. Your hands are one of the most essential parts of your body: you build with them, feed with them, hold with them, touch with them, fight with them; they are the tools of the human body. To take a hold of another’s hand is to break from living individually. It is to link yourself to another being, to momentarily entwine your life with another’s, to promise, for a moment, that you need not face the world alone. More simple, more aesthetically naive than other forms of affection, i.e kissing, hugging, sexing.., the act of holding hands is often trivialized in its true implications. As the Beatles once said” all I want to do is hold your hand.

zetsubou no yume.

Tive um sonho sensacional hoje.

Eu tava num prédio, subindo no elevador. Era noite. Subi e entrei num apartamento, o meu, provavelmente. Eu sabia que lá fora tinha uma espécie de tornado/tempestade enorme e catastrófica. Não muito longe. Eu penso em aviões e que isso iria afetá-los - claramente, então, o sonho não se passava aqui. Resolvo olhar pra janela e, é, eu estava certo. A vista não é tão boa, não estou num andar muito alto e existem outros prédios bloqueando o horizonte. Mas eu vejo clear as day duas explosões no céu. A poucos km de mim, ou seja, algo que não se vê todos os dias. Mas o mais impressionante não são elas. Vejo também um avião, voando muito baixo, tremendo sem parar, por causa da turbulência. Esse sim, devia estar a poucos metros do meu prédio, mas voando na direção oposta. Eu penso "caralho, ele vai cair." E ele cai.

Então eu resolvo ir pra rua ver os destroços. Lá fora, tem bastante gente por causa do caos, mesmo sendo de noite. A população está com mixed feelings. Muita gente se desespera mas alguns ignoram a situação completamente. Várias malas com para-quedas caem pelas ruas. Umas são esquecidas, outras roubadas e destruídas. Na direção do acidente, já noto muitos policiais. Quando chego bem perto do local, o curioso é que vejo bastante gente com armas, rondando a zona, mas ninguém de uniforme. Pareciam mercenários que a polícia contratou pra fazer sei lá o quê.

Não lembro de mais nada.