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Wednesday, November 24, 2010

a minha boa ação de hoje foi...

Eu não acredito em boas ações, percebi isso hoje. Bom, de um tipo delas pelo menos. Explanarei.

Quero mencionar o tipo de boa ação onde a pessoa te pede um favor. O outro tipo seria onde tu supõe algo que ajudaria alguém e faz, sem consultá-la. Meu interesse lies elsewhere. O que constitui um favor? É quando tu beneficia alguém, normalmente a custo de algo teu (tempo, paciência, dinheiro). Ou seja, é totalmente altruísta. Enfim, vamos a situação. Alguém, um estranho, te pede um favor. Tu resolve fazer. Duas coisas podem acontecer, duas que talvez você não saiba qual de fato aconteceu. 1: A pessoa realmente precisava daquilo e fica sinceramente grata. 2: Você foi passado pra trás. Ela resolveu tentar enganar alguém e deu certo.

(Claro, como mencionei, como você provavelmente não ficará sabendo do resultado, quando o 2 acontece, é como uma white lie, uma mentira que não machucou ninguém.)

O que me motivou a escrever esse post? Hoje eu estava na faculdade, peguei uma fichinha e fiquei esperando o meu número ser chamado. Tava demorando, mas eu não tinha pressa, nem nada pra fazer. Tem um cara do meu lado e ele começa a falar no celular (ou eu comecei a prestar atenção na conversa a partir desse ponto). Ele menciona passagem de ônibus e horário. Após desligar, ele se vira para mim e pergunta qual é o meu número de espera e se pode trocar comigo (eu era 50, ele 53) porque blá blá blá (não importa a desculpa que ele usou). Imediatamente, eu pensei "meh... sure, why not?" e foi isso que fiz. Troquei e resolvi passear, pois ia demorar ainda mais ainda. Poucos minutos depois, entro na faculdade de novo e ele está saindo, não parecendo apressado, at all. It made me wonder.

Mas that's not the point. Meu ponto é que, ao fazer a "boa ação", eu não me senti bem. Se se sentir bem ajudando o outro deveria ser o padrão da "boa ação" e isso não acontece comigo, não faz sentido eu fazê-las. Continuarei fazendo, though. Eventualmente. Tudo depende do meu humor.

Sunday, June 27, 2010

escapismo, imersão e gaming.

Já faz um bom tempo que certa parte da minha vida só se trata sobre escapismo. Por diversos motivos que não tenho vontade de discutir aqui, fugir, pelo menor tempo que seja, sempre me agradou. E isso acontece sempre que você vê um filme, por exemplo.

Porém, apenas recentemente percebi a importância que o sentimento de imersão tem nisso. O jeito mais fácil de se sentir imerso dentro de um filme é no cinema, e todo mundo sabe disso. Nothing beats that. Mas com filmes ou seriados (vídeo), o processo é passivo. A gente só absorve. Com video game, a coisa muda completamente. Quem não é gamer, não sabe o que é "entrar em um filme" onde absolutamente tudo depende de ti.


Uns dias atrás, como de costume, eu fui jogar Call of Duty 4 online. Mas não era um dia qualquer, eu estava mais cansado e irritado do que o normal. Responsabilidades, dúvidas, decisões. Então eu sentei na frente do computador e me lembro muito bem de ter pensado o seguinte. "Foda-se tudo isso. Agora vou usar toda essa concentração para jogar. E vou jogar bem."

Maravilhoso esse o universo dos games que você de fato adentra e experiencia.

Tuesday, November 17, 2009

é preciso ver de novo.

Então, comentarei brevemente aqui sobre algo que percebi esses dias.

Existem vezes onde você vê um filme ou seriado pela primeira vez e acha maravilhoso. Ele vira um dos seus favoritos e você o deixa lá, naquele pedestal, imóvel. Eventualmente surge uma vontade de revê-lo. Mas ela logo é ignorada, por whatever reasons. Pois eu digo o seguinte: reveja!


A primeira vez é apenas para conhecer e saber do que se trata. Depois que a obra lhe é aprovada sim, ela deve então ser apreciada por completo. Tanto que acho relativamente injusto fazer uma crítica de filme vendo somente uma vez. Bom.. I suppose que se o troço for ruim, não faz sentido ver de novo. Mas quando se gosta, deveria.

Pense em todas as coisas que você gosta que só foram uma vez aproveitadas. Sim, sei que podem ser várias e algumas enormes, mas prometo que nessas férias revejo algumas coisas épicas. Eu deveria começar a fazer uma (outra) lista disso..


PS.: Percebi essa necessidade de rever quando revi 2001, uns dias atrás. É interessante, pois eu não lembrava que certas cenas eram tão *adjetivo* quanto eu lembrava. Enfim, dica dada.

Saturday, October 31, 2009

mudança.

Ahem. *tira a poeira*

Quem me conhece bem, sabe que eu tenho uma relação.. peculiar com o meu primo. A gente se encontra semanalmente. Conversamos e tudo mais. Ele é 5 anos mais novo que eu. Mas isso é assunto pra outro post. O que vem ao caso agora é que com ele, assim como com todas as pessoas existentes, não dá pra concordar sempre.

Veja bem, quando se tem um assunto, os humanos assumem uma das três possíveis reações a seguir. Um, eles concordam. Sim, é óbvio que eu e meu primo compartilhamos muitas coisas em comum. Gostos, em específico. Dois, discordam. Também temos opiniões, sobre certos tópicos, que diferem completamente. Inclusive, se eu encontrasse uma pessoa nova com tais pensamentos, eu não manteria a relação. Em evento de discordância, vale lembrar, surgem dois caminhos: conversar a respeito ou não. Argumentos, discussões. A gente prefere não fazer isso. E por fim, três, não comentam. Pois devidos tópicos are best left unsaid.

Fora cultura, como eu disse, a gente não deve concordar com muita coisa. Digo.. filosofias de vida, o papel da família e trabalho na vida do homem moderno, o futuro da civilização, enfim. Nesse tipo de assunto a gente costuma não concordar. Existe um, porém, tópico que vemos da mesma maneira. Podemos dizer que a gente sonha grande.

Daqui 10, 20 anos pretendemos estar longe daqui. Don't get me wrong, eu não tenho contra a minha cidade natal. Ela é aceitável. Acontece que aqui não é nada. Não conseguimos entender como as pessoas conseguem viver aqui. Hell, eu sempre quis morar em Porto Alegre (um dia ainda vou), mas me dá 5 ou 10 anos lá, que eu me canso também. Vou querer mais. São Paulo. Rio. Curitiba. Brasília. Sei lá. Para enfim, sair do Brasil. Novamente, nada contra o meu país (é mais contra a raça humana mesmo - mas isso não vem ao caso). Eu gosto muito do Brasil, é um país lindo, pretendo inclusive passear bastante por ele antes de, bem, ir embora daqui. Acontece que, analisando, isso aqui não me satisfaz. I mean, are you kidding me?


Eu conheço muita gente que já foi para a Europa ou aos EUA, por exemplo, tanto pra passear como pra trabalhar ou morar. A maioria voltou. Um grande amigo meu passou mais de um ano na Inglaterra. Eu lembro muito bem como foi. Pelos relatos dele, tudo parecia muito legal. Chega um ponto, imagino, em que o estrangeiro lá se pergunta: "devo voltar? I mean, seriously. Tudo que eu conheço está no meu país, na minha casa, nos meus amigos. Isso aqui é território desconhecido." Imagino que seja absurdamente assustador o pensamento de, bem, quase nunca mais ver ninguém que você conhece. Começar de novo. Tenho uma amiga que foi pra Itália anos atrás e mora lá até hoje. Uma parente que mora em NY e tem família lá. Não pretendem morar de novo no Brasil. Why would they?



Tudo que preciso são alguns anos. Vários, possivelmente, não importa. Como já dizia aquela clássica comunidade do orkut: eu quero ir embora.

Thursday, September 03, 2009

um pouco sobre a minha situação atual I.

Acho que vou começar a fazer um post desses por ano (ou a cada 6 meses, se bem que meio ano é pouco tempo) e o primeiro será agora. Eu não costumo ser muito pessoal aqui, pelo menos não de forma direta. Isso, bem, não é ruim. Pra mim não é. Mas às vezes dá uma vontade de falar coisas banais, I mean, comuns, mas que pouca gente sabe. Afinal, os únicos que sabem what I've been up to são as pessoas com quem eu converso frequentemente, ou seja, poucos. Um problema sobre fazer um post como o que quero agora é que muitas coisas não tem relação com o resto, então tentarei ser breve, em vários parágrafos, infelizmente (odeio misturar assuntos em um só).

Uns dias atrás, não sei, eu senti uma espécie de onda de melancolia me abatendo e, sério, desde então, ainda não voltei ao normal. Nada em particular aconteceu, mas é como se eu tivesse percebido algo ruim inconscientemente que me deixou mais cansado, derrotado por dentro. Parei de me importar tanto com certas coisas. Maybe it's nothing, sei lá. Talvez, aliás, muito provavelmente, tenha sido a volta às aulas. Eu sei que não é a pior coisa do mundo, mas, Dear God, como estavam boas as férias suínas.

Eu tenho adquirido a mania de me dar metas. Isso é ótimo. A minha última, foi uma espécie de aposta na verdade, foi a de ver um filme por dia em Agosto. Ao rever alguns, junto com mais de 20 filmes novos, consegui. A minha meta atual é alcançar o seriado Curb Your Enthusiasm (Segura a Onda, no Brasil). Descobri uns dias atrás que ele ainda não acabou e que volta com uma temporada nova agora em Setembro, creio, e, putz, eu preciso ver mais disso, é absurdamente genial. Não vou falar do que se trata pois o post não é sobre isso, mas é comédia, é HBO e é de um dos criadores de Seinfeld. Resumindo em duas expressões: situações do dia-a-dia e gente discutindo. (Aliás, eu definitivamente deveria dar mais destaque à cultura aqui. Tem tanto filme e seriado e jogo e banda e animê que me afeta profundamente e eu nem menciono. Filmes eu falo, mas e o resto? O que me leva ao próximo parágrafo.)

Talvez isso seja algo meio fútil, mas ultimamente, mais do que nunca, eu sinto que a cultura completa a minha vida. Eu sou o que eu gosto. Porém, como eu andava discutindo com um amigo a respeito, e parafraseando Freddie Mercury, "é muita coisa pra se fazer numa vida só." Se eu tivesse um hobby só, vejamos, digamos que eu fosse viciado em video-game. Existem tantos, mas tantos jogos bons que dá pra gastar um bom tempo da vida se dedicando a eles. Cinema então! Infinitas obras, inúmeros filmes para se descobrir. Sou absurdamente feliz por ser como sou e gostar de tudo que gosto, eu tenho amigos que são voltados somente a um hobby praticamente. Conheço gente que não para de ver animê, que vê uns três filmes por dia quase que diariamente, que sempre que encontra uma brecha, um intervalo de tempo, voltam ao seu pequeno hobby. Eu acho estranho, dedicar-se somente à esta uma coisa, feels like eles estão perdendo tanta coisa.

Tenho muita vontade de fazer um twitter secreto. É que às vezes me surgem umas frases na cabeça que são pequenas demais para um post aqui. E se eu postasse lá, ficaria weird. Eu possivelmente teria que me explicar and I fucking hate that.

Como mencionei no primeiro parágrafo desses aleatórios, minhas aulas voltaram. Eu vou me formar ano que vem e isso é uma falha enorme de minha parte. Acontece que eu já deveria ter me formado ano passado. Ou seja, falhei then, assim como também não me formei semestre passado e nem me formarei no final desse ano. Esse semestre de agora, porém, farei o meu TCC e não estou empolgado at all. A única coisa boa sobre isso é que, se tudo der certo, em alguns meses estarei livre dele. Se eu passar e tal. Inclusive, se eu passar em todas as cadeiras desse semestre, ano que vem eu farei uma só. Ou seja, ano que vem seria uma matação infernal. Eu sei que não deveria estar reclamando sobre isso, mas, pelo amor da raposa, eu não aguento mais essa minha fucking current situation. E, de acordo com minhas previsões, nada vai mudar até eu me formar (ou vai). Enough with the mimimi, eu quero me livrar disso de uma vez.

Setembro será, disparado, o melhor mês do segundo semestre de 2009. Provavelmente. E, sim, só por causa das novas temporadas de vários seriados que adoro. O do primeiro semestre foi Abril. Aliás, eu ando muito pregado à datas, meses and I'm kinda liking it. Eu quero comprar uma agenda e anotar quando acontece algo importante ou relevante. Gosto de dados e levantamentos, daria pra ter umas informações curiosas fazendo isso.

Todo santo dia eu durmo escutando post-rock nos fones de ouvido e isso me faz uma pessoa muito, muito melhor.

Tiro minha sanidade de eventuais encontros com amigos, risadas e um ocasional sentimento de paz e realização. Feels good, man.


That's pretty much it. Só farei outro post desses ano que vem, então até lá.

Thursday, August 13, 2009

a incansável busca por algo novo.

I feel like talking então lá vai.


Chega um ponto na vida de uma pessoa (e, acreditem, isso já aconteceu muitas vezes na minha) onde.. tudo parece igual. Nada mais é interessante. As pessoas, os lugares, tudo soa comum. Você se cansa e pensa "OK.. acho que já conheci tudo que vale a pena disso.. Now what?" O que se faz quando isso acontece? Surge uma vontade enorme e desesperada por algo novo. Alguma coisa, qualquer coisa, que seja diferente do que tudo que você já se acostumou. Normalmente, aí, as pessoas fazem atos que nunca fizeram antes. Inovam. Descobrem. Procuram.


Tem gente que viaja, demite-se, livra-se de responsabilidades, experimentam novas sensações, "novos ares", sentimentos diferentes. Quando eu me sinto assim, na maioria das vezes, eu conheço pessoas novas. Eu olho pra minha lista de amigos de alguma rede social qualquer e não sinto vontade de interagir com nenhum deles - o que, naturalmente, não significa que eu não gosto mais deles and whatnot. Eu conheço pessoas novas, aliás, não necessariamente quando sinto essa necessidade de novidades. Mas quando também a minha, oh tão velha companheira, a incompreensão se faz presente. Às vezes, eu preciso conversar com alguém sobre certas coisas e ninguém parece certo. Então eu procuro por gente certa. Muitas vezes eu acho, para a minha felicidade.


Por um lado, essa história me parece meio triste. Nunca se conformar com o que se tem. O que é buscar o que se quer? De que adianta, se lida ao mesmo resultado? Quando parar?

Enfim.. fodam-se essas perguntas, don't bother thinking about it. É que eu to com um assunto me remoendo por dentro faz semanas e não tenho com quem me expressar. Não é nada sério, don't worry. Also, temo já ter encontrado a nova pessoa certa para com quem conversar about it. "Veremos."

Friday, July 03, 2009

banho.

Meu sonho é ter um blog de verdade. Pra mim, isso constitui no seguinte: um lugar onde tu te expressa, sobre tudo. Cada assunto é um post. Tatuagens, cores, sexo, Street Fighter, qualquer coisa. Assim seria muito mais fácil de vocês saberem o que eu penso sobre as coisas. Do tipo "Hm, o que será que ele pensa sobre aquilo?" and then procurar no blog; se não tiver post about it, eu faria eventualmente.

Farei isso um pouco agora (talvez até faça uma tag nova pra isso - ou não). O assunto? Banho. Sim, aquele de todos os dias. Curiosamente é um assunto que tenho bastante pra falar, IMHO. Vamos lá..


Bom, como qualquer pessoa normal, creio, eu prezo bastante um bom banho quente. Um bom banho quente depende de dois fatores, unicamente: a temperatura da água (quente não é morno) e a quantidade de água que produz o chuveiro. Eu detesto duchas. São horríveis. Nelas, para a água ser mais quente, precisa ter menos água e isso contradiz totalmente o meu ideal de banho bom! Por um bom tempo, enquanto eu morava na nossa casa antiga, os chuveiros eram muito ruins. Então várias vezes por semana eu ia pro apartamento da minha vó (que era em direção de tudo, felizmente) e tomava banho lá. O chuveiro dela era bem melhor do que os nossos. Mas aí a gente se mudou pro centro e a minha vida mudou.

Naquela época, o melhor banho que eu experimentava era em clubes sociais. Tipo aqueles que precisa ser sócio, tem quadras de tênis e futebol, piscinas e tudo mais. Um deles, particularmente (o mais caro, que eu ainda vou, mas pra jogar ping pong com o meu primo, que é sócio de lá, unlike me) era o Dunas Clube. O chuveiro que eu usava do vestiário era muito bom. Era ducha, mas era enorme e a temperatura era boa. Mas mudaram os chuveiros depois. FAIL.


Como eu disse, minha vida mudou quando nos mudamos para o centro. Em muitos sentidos. Primeiro lugar, and how awesome is this?, o chuveiro aqui de casa é o melhor que eu já usei. Muito melhor do que os dos clubes e até de hotéis. O chuveiro em hotéis (bons) normalmente é bom, mas sempre tem o mesmo problema: a água é muito forte. Parece que vai furar a minha pele! Já aqui em casa, o banho é perfeito demais! É bastante água, ela vem forte (mas não muito) e é muito quente. É só ligar a torneira quente no máximo e ir regulando com a fria. Comparado com o banho daqui, o da minha vó, que já foi o paraíso pra mim antigamente, é um lixo completo. Srsly. Não tem a menor comparação. Lá só tem uma vantagem: o chuveiro é bem perto da parede, então dá pra encostar as costas na parede, enquanto embaixo da água. Aqui não, a água vai na diagonal pra frente, e fica bem longe da parede de trás.

Um bom banho quente me faz esquecer de todos os problemas, praticamente. Mesmo sentindo que às vezes não mereço algo tão bom, eu penso "fuck this, vou é tomar um banho demorado." Ah, e obviamente tomar banho quente no inverno é muito melhor do que no verão. Tudo é pior no verão (exceto uma coisa). Mas eu falo sobre isso em outro post.


Ah, one last thing. Como deve acontecer com muitos, banho de banheira é o maior sonho da minha vida. Só tomei uma vez; na casa de uma parente lá no Rio de Janeiro. Faz tempo e eu não lembro direito, mas foi bom. Com certeza, eu seria uma pessoa muito mais feliz com uma banheira em casa.


PS.: Porra, acho que vou ter que fazer uma tag nova pra esse tipo de post, mal consegui encaixá-lo as tags já existentes.

PS2.: Nossa, só percebi agora: estamos exatamente na metade do ano e 2009 já passou o número de postagens de 2005. E daqui a pouco passa 2007 também. Isso me deixa feliz, it means que mesmo sentindo que posto muito pouco aqui, a coisa tá andando.

Monday, June 22, 2009

Wednesday, June 10, 2009

Detestei o novo layout do blog.

Mas como dizem no FML: My life sucks, but I don't give a fuck.

Also, this:

Tuesday, May 26, 2009

Toda vontade impulsiva que tenho é logo adestrada pela razão.

Wednesday, May 20, 2009

Odeio.

Deveria fazer uma tag nova aqui, chamada ODEIO. Já disse uma amiga do plurk, tenho muito ódio nesse coraçãozinho (devido ao meu abuso do verbo ODIAR no site). E, afinal, detestar coisas babacas e dar mais importância pra elas do que deveria é tão fácil. Esses dias tava lendo umas imagens do Courage Wolf e uma dizia something like "Aquilo que você odeia te domina". Concordo com a frase, mas não vou parar de odiar as coisas just like that. Adoro ser ranzinza. Ser assim é parte da personalidade. Vejo muita gente assim, em todos lugares, nos círculos de amizade, na família, nos filmes, e é legal.

Então, não sei se pego coisas de lá e copio aqui (tinha que dá pra ver qual verbo a gente mais usa pelo site mesmo). Não, acho que não, caso sim eu encheria isso aqui com reclamações.


Termino esse post sem concluir porra nenhuma e sim afirmando que, de fato, para os que não sabem, existe uma tênue linha entre o amor e ódio. Todo mundo detesta amar e também adora odiar. No one can prove me wrong.

Monday, April 13, 2009

a superioridade do simples perante o detalhado.

Então, acompanhem meu raciocínio, é simples (derp).

Com a tecnologia e recursos de hoje em dia, não é tão difícil fazer as pessoas gostarem do seu filme, por exemplo. Se não gostar da estória, pode gostar de tal personagem. Ou da trilha sonora. Ou dos efeitos especiais. Isso significa que os produtores e criadores podem apelar ao seu público de diversas formas. Antigamente não era assim.

Por muitos anos, o único passatempo culto das pessoas era ler. E é exatamente por isso que eu sempre vou respeitar mais autores fodas do que diretores fodas. Quem faz um livro, só dispõe de um recurso: palavras. É só isso. Com o cinema, como eu disse, você pode fazer zilhões de coisas.


É por isso que algo legal, de forma simples, sempre será mais foda do que algo legal, de forma mais complexa. Ainda que ambas possam ser extremamente divertidas e geniais, quem usa menos recursos, merece mais respeito.


(E com esse post, já provo outro ponto: Menos é mais, minimalismo é a minha vida.)

Thursday, October 30, 2008

just as planned.

it has come to my attention that esteriótipos são interessantes. se uma pessoa é esteriotipada, ela tende a seguir aquele pré-conceito, mesmo sabendo que seria clichê. os humanos estão destinados a viverem de acordo com o que os outros pensam deles. se você é tímido e nerd, provavelmente você não convidaria uma garota para sair. as chances disso acontecer são quase nulas e toda vez que você continua não-mudando, você está perdendo, digamos.

ok, comecei esse post só pra dizer o seguinte: se você é o cara mais bonitão e fodão da escola, e se você é a colegial mais desejada do colégio, ainda que menor de idade... vocês vão namorar e fazer sexo. nunca foi diferente.

Saturday, April 26, 2008

nada ganha de estar em casa sozinho, ouvindo música boa e alta.

Sunday, February 24, 2008

grupos de amizade não gostam de novos membros. se tem um grupo de pessoas que você acha legal, e gostaria de se dar bem com eles: não o faça.

Tuesday, December 25, 2007

um dia parei para pensar sobre um certo assunto. simplesmente existem bandas/músicas que se você não gostar, você não tem bom gosto musical. simples assim. não acham? tipo, a pessoa pode ter um puta bom gosto pra tudo, mas não gosta de post-rock. o gosto dela é fraco, então, não? eu acho que sim. pq, tipo, porra, como não gostar de tal coisa?

conversemos sobre isso.



na minha opinião, uma pessoa que escute the moon is down do explosions in the sky, de forma concentrada e de olhos fechados, com fones de ouvido, e não gostar da música , definitivamente não tem bom gosto musical.

Sunday, November 11, 2007

então que a faculdade de jornalismo não é só o lixo que eu esperava - "vamos praticar para quem sabe um dia trabalhar para a globo." tem aulas que são realmente legais com professores realmente legais. um deles é o de redação. na aula de redação, eu, digamos, aprendi que, em jornalismo, é impossível ser imparcial. isso pelo seguinte motivo: assim que eu escolho um fato público para torná-lo jornalístico e o descrevo com a maior imparcialdade que eu conseguir, eu estou escondendo outros fatos, e isso é ser parcial.

exemplo tosco: decido fazer uma matéria enorme sobre a derrota do time que mais odeio, mas oculto dizer que o meu time favorito perdeu de goleada.



eu nunca assito a rede globo. mas as vezes, quando se está em jantares em família, a maldita tv está ligada nesse maldito canal, então é difícil não olhar. jornal nacional, pra ser mais específico. long story short: atualmente, sempre sempre sempre que vejo um telejornal, pergunto-me: "que outros fatos eles não tiveram que esconder para noticiar este?"