Thursday, December 08, 2011

só um sonho.

Tive um sonho incrível hoje.

Faz alguns meses já que eu comprei um caderno e o tornei meu diário de sonhos. Não anoto tudo com muito detalhe, somente os assuntos e pessoas (basicamente) com quem sonhei. Desde então, tenho lembrado bastante dos meus sonhos. Mas dizem que essa é uma tática boa pra começar a ter sonhos lúcidos. Hoje finalmente tive um - bem, quase.

Sabe aqueles sonhos recorrentes? Muita gente tem sonhos (ou pesadelos) sobre estar caindo e, quando chega no fim, acorda. Ou estar sendo perseguido. Essas coisas. O meu é um bem desagradável. Dentes caindo. Eu diria que, uma em vinte vezes que eu lembro, eu sonho com isso. Então, hoje, eu estava lá, nessa situação. Normalmente eu só fico desesperado. Mas hoje foi diferente. No meio do processo, eu percebi. "Peraí. Isso não pode ser real. Acontece com frequência nos meus sonhos mas não aqui. Isso só pode ser um sonho."


Então aconteceu algo que me lembrou do episódio S05E07 chamado Amy's Choice de Doctor Who. Nele, os personagens "acordam numa realidade alternativa." Tudo parece real, então eles adormecem sem motivo algum. Então eles acordam de novo, em outro lugar. De um sonho pra outro. E percebem que é a tarefa deles perceber qual é o sonho e qual está realmente acontecendo. O problema é que, quando tentam discernir qual é sonho e qual não é... Eles não conseguem. Os dois parecem verossímeis. As situações são estranhas, sim, mas não parece um sonho. Parece a realidade. E foi assim que me senti no sonho.


Maldito Sandman. Sonhos e memórias são assuntos que me interessam imensamente. Tenho certas lembranças da vida que não lembro se são verdade ou não. Aconteceu? Sonhei? Imaginei? E olha que eu não bebo.

Tuesday, November 29, 2011

trecho.

Um pensamento que tem cruzado bastante a minha mente nesses dias é "essa gente não tem ideia do quão sortudas são."

Friday, November 11, 2011

poucos.

"An X is someone who realises that the standards on which operates (including the moral and political conventions of society, the rites and rituals that a person is typically expected to obey) are not given and are in actuality without inherent meaning of value.

Knowing this, an X then sets out to construct an identify and lifestyle based not on the observance of received, meaningless principles, but on their own standards and sets of values. (...)

An X will socialise only in as far as socialising will serve their core principles. An X will never feel the need to socialise out of obligation, the desire to 'fit in' or to 'make new friends' for its own sake.

An X will generally have an ideal, wether moral or personal, which will guide their actions, informed by rationality, reason and a desire to live life by their own standards of beauty and meaning."